Veja os mitos e as verdades sobre os antialérgicos!

Saiba mais!

Muitas pessoas ainda têm receio de tomar antialérgicos por medo de sentirem sono durante o dia ou mesmo terem a sua concentração afetada. Já nas crianças, a preocupação gira em torno do impacto negativo no desempenho escolar das crianças. Com isso, acabam convivendo com sintomas desagradáveis de alergia respiratória ou mesmo com a urticária. Sendo assim, que tal entender mais sobre os antialérgicos, inclusive aqueles que não dão sono?

Para entender melhor, os antialérgicos que podem provocar sono e outros efeitos colaterais eram aqueles de primeira geração, lançados a partir da década de 1940. Com o tempo, novas pesquisas foram sendo desenvolvidas, até que se chegou aos antialérgicos de segunda geração, do qual Allegra® (cloridrato de fexofenadina) faz parte. Os novos antialérgicos não causam sono como efeito adverso e, por isso, não impactam negativamente nas atividades diárias1.

Antialérgicos são todos iguais


Mito. Há antialérgicos de primeira e segunda geração. Allegra® (cloridrato de fexofenadina) é um exemplo de medicamento moderno, de segunda geração, indicado para tratamento de rinite alérgica e urticária. Os medicamentos antigos, conhecidos como os de primeira geração, conseguem penetrar a barreira hematoencefálica, estrutura que protege o Sistema Nervoso Central, e podem gerar maiores efeitos colaterais1,2,3. Já no caso dos anti-histamínicos de segunda geração, os efeitos colaterais são reduzidos, pois não há passagem pela barreira hematoencefálica.

Provocam sono


Nem todos. Os antialérgicos mais antigos, de primeira geração, podem sim causar sonolência, fadiga e outros efeitos colaterais. Porém, os antialérgicos mais modernos, como Allegra® (cloridrato de fexofenadina), por exemplo, não provocam sono e não interferem na atenção ou na concentração1,2,3.

Dose errada pode ser perigosa


Verdade. É preciso respeitar a dose diária prescrita ou indicada na bula do medicamento, já que ultrapassar a dosagem pode acarretar efeitos colaterais. No caso dos anti-histamínicos de primeira geração, a superdosagem pode trazer eventos adversos importantes.

Aliviam espirros, coriza e outros sintomas


Verdade. Os antialérgicos reduzem ou eliminam os sintomas desagradáveis da alergia, como espirros, coriza, nariz entupido e coceira nos olhos. Porém, quando a ação do medicamento termina e a pessoa continua em contato com a substância alergênica, os sintomas incômodos podem aparecer novamente1,2.

Bebidas alcoólicas podem interferir no antialérgico


Verdade, mas isso não vale para todos os anti-histamínicos. Allegra®, que é composto por cloridrato de fexofenadina, por exemplo, não tem interação com o álcool. O ideal, portanto, é não consumir álcool durante qualquer tratamento medicamentoso sem conversar antes com o médico, para entender se aquele antialérgico específico pode – ou não – ter interação com a bebida2,5.

Leitura recomendada



ALLEGRA® (cloridrato de fexofenadina). Indicações: é um anti-histamínico destinado ao tratamento das manifestações alérgicas, tais como sintomas de rinite alérgica (incluindo espirros, obstrução nasal, prurido, coriza e, conjuntivite alérgica) e urticária (erupção avermelhada e pruriginosa na pele). MS 1.8326.0359. O USO DO MEDICAMENTO PODE TRAZER ALGUNS RISCOS. Leia atentamente a bula. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Jan/2022. MAT-BR-2201281